Historia com Farinha

É engraçado ouvir as pessoas comentando sobre a crise econômica/política brasileira com uma ferocidade estrondosa, atualmente tudo é culpa da Dilma, me parece que a federação virou uma monarquia absolutista onde a vontade da presidente é absoluta. Pois bem, o que vejo aqui não é algo tão simplório, mais a boa e velha “política dos governadores” em ação.
Hoje o congresso nacional é loteado não mais pelos interesses de São Paulo e Minas Gerais, mas pelo dos partidos políticos, e os que possuem as maiores bancadas articulam seus projetos com todo o tipo de práticas e acordos possíveis. Entre eles esta os acordos para eleições de prefeitos e governadores.
Os partidos que mais tem tido influência nesse cenário são o PMDB, PT, PSDB, DEM, PR, PDT e PSB. O jogo de interesses desses partidos tem se baseado em uma eterna dança das cadeiras onde cada partido busca um ministério e até mesmo o “trono de ferro” a cadeira da presidência da república.

Movimentos sociais e partidos políticos

Eis aqui uma relação de fato estranha para o século XXI, em plena era digital de um mundo globalizado a maioria das grandes manifestações não tem sido coordenadas pelos movimentos sociais,  os meios de comunicação de massa tem noticiado que elas tem brotado do seio da “criticidade” do povo brasileiro, mas as faixas e o discurso dos manifestantes é altamente conservador e preconceituoso o que nos leva a duas possíveis leituras, que a direita saiu do Armário ou os partidos de direita estão manipulando essa massa.
Por outro lado é gritante ver a paralisia dos movimentos sociais frente a essa crise,  boa parte dos grupos que vão as ruas são pra defender o governo e não pra apontar os problemas da política atual.
Nesse momento vejo latente a era dos extremos, um Brasil Bipolar onde as pessoas são orientadas a ser azul ou vermelho.

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Comentários em: "Sobre a crise econômica/política brasileira" (2)

  1. Victor dos Santos Pantoja disse:

    Victor dos Santos Pantoja N:43
    1° ano sala 02.
    História do povo Hebreu – política, religião, Êxodo e Diáspora.
    O povo hebreu é hoje bastante conhecido pelas informações que encontramos na Bíblia, especialmente no Velho Testamento. Realmente os dados encontrados no livro sagrado dos cristãos são bastante utilizados e nos ajudam a conhecer melhor essa civilização.
    A origem deste povo teria se dado quando Tare, descendente de Sem (filho de Noé) juntamente com sua família deixou a Mesopotâmia partindo para o sul. Com sua morte Abraão assumiu o povo com a missão de levá-los a Terra Prometida (Canaã). Assim como os hebreus ocuparam a região, outros povos também se instalaram ali, o que gerou muitas disputas que se prolongam até os dias de hoje.
    Segundo a história uma parte desses hebreus migrou para o Egito no mesmo período em que a região foi invadida pelos hicsos. Como era aliado dos invasores, o povo hebreu não sofreu grande impacto e pode até gozar de certa liberdade. Mas com o tempo começaram a acontecer certos abusos que fizeram com que os hebreus resolvessem voltar para a Palestina sob a liderança de Moisés, o que ficou conhecido como Êxodo (1270 a 1220 a.C.)
    Com a morte de Moisés a liderança foi passada a Josué, que ajudou o povo a conquistar parte de Canaã.
    Após a cisma politico-religiosa e uma série de disputas com outros povos, a região foi dominada pelos babilônios, que destruiram Jerusalém e capturaram parte da população. Este episódio ficou conhecido como “cativeiro babilônico”. Com a vitória do persa Ciro, os hebreus foram libertados e voltaram a Jerusalém, acabando assim a divisão entre as tribos de Israel e Judá.
    No ano de 63 a.C. a Palestina foi anexada ao Império Romano que alguns anos depois passou a interferir em sua religião, o que levou a destruição de Jerusalém e por fim a Diáspora do povo hebreu.
    Política
    No início a base da organização social dos hebreus eram os clãs patriarcais, personificados pelo patriarca. Nessa época os laços entre os clãs eram frágeis o que tornava o povo propenso a invasões, já que faltava conhecimento militar.
    Pensando nisso surgiram os juízes, profetas com qualidades militares que lideravam o povo. Os mais importantes juízes deste período foram: Sangar, Gedeão, Sansão e Samuel.
    Ainda assim o povo questionou a ausência de um monarca sendo assim centralizado o poder nas mãos de Saul, o primeiro rei de Israel. Depois vieram Davi e Salomão que investiram na expansão territorial e no desenvolvimento do comércio local. Foi este o Tempo dos Reis.
    Com a morte de Salomão (926 a.C.) houve o fim da monarquia unificada surgindo as tribos de Israel e Judá.
    Religião
    Os hebreus, assim como os egípcios, cultuavam vários deuses. Dentre eles se destacava Iavé (Jeová), que com a volta do Egito acabou se tornando o único Deus estabelecendo assim o famoso monoteísmo hebreu.
    Com o cisma que dividiu o povo em dois, a tribo de Judá manteve o culto a um só Deus, enquanto a tribo de Israel foi introduzido o politeísmo ainda que persistisse o culto a Iavé.
    Além de ser um dos primeiros povos a adotar o monoteísmo, eles mantinham uma forte crença nos profetas e na vinda do Messias (Messianismo).
    A maior expressão cultural e religiosa do povo hebreu é a Bíblia, um livro com vários autores que conta a história e as crenças dessa civilização. Os Hebreus trabalhavam como pastores nômades, que estavam sempre em busca de terras férteis

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